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Exposições

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Genesis, Capítulo 2: 7. O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente.

 

Este “Deus” abraâmico era um ceramista!... Se tudo parece ter nascido onde actualmente é o Iraque, região profundamente árida e argilosa, sem vegetação e pouco rochosa, a importância de preservar a água e os cereais em vasos cerâmicos, foi fundamental para os seus habitantes.

Nesta narrativa bíblica estamos perante 3 dos 4 Elementos, definidos no Ocidente, durante o período pré-socrático, apesar de ser um conceito bem mais antigo, base ao Budismo e Hinduísmo.

“Deus” usou o Elemento TERRA, só possível de modelar e obter plasticidade, acrescentando o Elemento ÁGUA. O Elemento AR permitiu a secagem e o endurecimento da forma humana construída.

Contudo, julgamos que “Deus” intencionalmente não utilizou o Elemento FOGO. Devemos salientar que o “… o homem de barro da terra,…” se tivesse sido sujeito ao FOGO, a partir dos 1.250º, vitrificaria e seria eterno.

É nosso entendimento que “DEUS” quis, desde o princípio, que o homem tivesse um corpo efémero, tal como os outros elementos vivos da natureza.

Daí que a narrativa do fruto da árvore proibida, da mulher e da serpente, poderá tornar-se incongruente com a justificação referida em Genesis, Capítulo 3: 19 “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado; porque és pó, e pó te hás de tornar.”